Afinal, o que causa o câncer?

Afinal, o que causa o câncer?

Existem dois tipos de tumores, malignos e benignos. Geralmente, os tumores são malignos, o que significa que podem espalhar ou invadir tecidos próximos. Uma vez que esses tumores crescem, algumas células, podem desprender-se e viajar para locais diferentes do corpo e, através do sangue ou sistema linfático, desenvolver novos tumores longe do tumor original. Já os tumores benignos não espalham ou invadem tecidos. Às vezes, podem ser enormes, porém, quando removido, geralmente, não tornam a crescer novamente. Entretanto, há algumas partes do corpo em que o tumor benigno afeta, como o cérebro e pode ser fatal.

O câncer é uma doença genética causada por alterações de genes que controlam o trabalho das nossas células, especialmente em seu desenvolvimento. A doença pode ser herdada dos pais, como também pode ocorrer durante o tempo de vida de uma pessoa, ou por algum dano de certas exposições ambientais, como aquelas em que há produtos químicos na fumaça do tabaco ou radiação.

Cada pessoa tem uma combinação única de alterações genéticas. O câncer continua a crescer e modificações adicionais ocorrerão, mesmo dentro do mesmo tumor, as células diferentes, podem ter diferenças na alteração genética. Portanto, as células cancerosas têm mais alterações, tais como mudanças no DNA.

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Sobre a Leucemia Linfóide Aguda (LLA)

Sobre a Leucemia Linfóide Aguda (LLA)

Leucemia é o câncer das células brancas do sangue (leucócitos), que começa na medula óssea e se espalha para outras partes do corpo, de origem, na maioria das vezes, desconhecida.
As leucemias se dividem nos dois principais grupos de leucócitos:

  • Leucemia linfoide – Tem comprometimento da linhagem linfoide;
  • Leucemia mieloide – Tem comprometimento da linhagem mieloide.

Patologicamente a leucemia é dividida em:

  • Leucemia aguda – Caracterizada pelo crescimento rápido de células imaturas do sangue;
  • Leucemia crônica – Caracterizada pelo aumento de células maduras, mas anormais.

Isso gera quatro tipos de leucemias:

  • Leucemia Linfoide Aguda (LLA);
  • Leucemia Linfoide Crônica (LLC);
  • Leucemia Mieloide Aguda (LMA);
  • Leucemia Mieloide Crônica (LMC).

A leucemia linfoide aguda (LLA) ou leucemia linfoblástica aguda é um câncer dos leucócitos caracterizado pela produção maligna de linfócitos imaturos (linfoblastos) na medula óssea. Na maioria dos casos, a leucemia linfoide aguda invade o sangue com razoável rapidez e pode se disseminar para outras partes do corpo, como os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos nos homens.
Ao contrário de outros tipos de câncer, a disseminação da LLA para outras partes do corpo não significa que o câncer está em estágio avançado, já que a leucemia aguda, quando diagnosticada, é geralmente encontrada em todo o organismo.

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Crioterapia Capilar

Crioterapia Capilar

Chega à Sorocaba o primeiro equipamento de resfriamento do couro cabeludo para redução de queda de cabelo pela quimioterapia.

Chegou em Sorocaba, no Centro Oncológico Devita, a mais nova tecnologia na prevenção da queda de cabelo, conhecida como alopecia, para pacientes que se submetem à quimioterapia para o tratamento de câncer.

Segundo os médicos, Dra. Cláudia G. Latorre Palma, Dr. Eduardo Astil Rizzetto e Dr. Paulo Eduardo Bispo, essa tecnologia já existe em diversos países e em grandes centros para tratamento de câncer no Brasil, como no Hospital Albert Einstein e no Centro Paulista de Oncologia, mas é a primeira no interior do estado. Isso facilitará o acesso a essa nova tecnologia para muitos pacientes, proporcionando bem-estar a todos aqueles que estão em tratamento.

“Não são todas as quimioterapias que produzem alopecia, mas principalmente aquelas que usamos para o tratamento de câncer de mama tem como efeito colateral a queda de cabelo”, diz Dra. Cláudia. E isso, todos nós sabemos, afeta muito a auto-estima e confiança das mulheres. Ter essa opção é uma grande oportunidade de garantir que o tratamento se complete sem interferir muito na qualidade de vida das pacientes, afirma Dra. Cláudia.

Segundo Dr. Eduardo Rizzetto “o equipamento adquirido pelo Centro Oncológico Devita é da marca Paxman Orbis Scalp Cooler, a mais utilizada em todo mundo, com a mais nova tecnologia existente. Inclusive as toucas recebidas em nosso centro são mais modernas do que as existentes no Hospital Albert Einstein.” O mecanismo de diminuição da queda de cabelo consiste em resfriar o couro cabeludo, mantendo a temperatura entre 18-22oC, iniciando 30 minutos antes da infusão do quimioterápico, mantendo o resfriamento durante toda a infusão e ainda por mais aproximadamente 90 min. Dessa forma, a circulação sanguínea no couro cabeludo é diminuída, e o contato do bulbo do cabelo com a quimioterapia é menor, portanto diminuindo a queda de cabelo, explica Dr. Eduardo.

Os estudos que aprovaram o uso da máquina mostraram que 50% a 80% das pacientes que a utilizaram mantiveram o seu cabelo. “É claro que o resultado depende de paciente para paciente, do tipo de cabelo, de seguir as orientações médicas e do fabricante, mas vemos isso como um grande avanço no tratamento do câncer”, diz Dr. Paulo Bispo.

Nós, do Centro Oncológico Devita, estamos muito felizes em poder oferecer essa tecnologia e oportunidade aos nossos pacientes, e esperamos que os resultados tragam grande impacto psicossocial para aqueles que a utilizarem, finalizam os médicos oncologistas.

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O que acontece quando o Câncer se desenvolve nos Ossos?

O que acontece quando o Câncer se desenvolve nos Ossos?

As células cancerígenas podem afetar os ossos de 2 maneiras:
Produzindo substâncias que se ligam aos osteoclastos. Isto leva à fratura óssea antes do osso novo ser formado, o que enfraquece os ossos. Os orifícios que se desenvolvem quando partes dos ossos são eliminadas são denominadas osteolíticas ou lesões líticas. As lesões líticas são tão fracas que podem provocar fraturas com pouco ou nenhum trauma.
Liberando substâncias que se transformam em osteoblastos. Isto leva ao estabelecimento de novo osso sem que o osso velho tenha se decomposto. Isso produz uma condição denominada esclerose nas áreas dos ossos. As áreas dos ossos onde isto ocorre são chamadas osteoblásticas ou lesões blásticas. Embora estas áreas blásticas sejam mais rígidas, a estrutura do osso é anormal e estas áreas fraturam mais facilmente do que o osso normal.
Ambos os tipos de metástases ósseas líticas e blásticas podem causar dor. A metástase óssea é uma das causas mais frequentes de dor em pacientes com câncer.
Quando o câncer se dissemina para os ossos da coluna, pode comprimir a medula espinhal, levando a danos que podem evoluir para paralisia se a doença não for tratada.
Como as células cancerígenas danificam os ossos, o cálcio dos ossos é liberado no sangue. Isto pode provocar problemas como a hipercalcemia.
A metástase óssea também pode provocar outros problemas que podem influenciar a manutenção das atividades habituais e de estilo de vida.

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Encontrando Apoio

Encontrando Apoio

Tente falar sobre seus sentimentos com alguém com quem você se sinta confortável, com seu médico, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogo, familiares ou amigos, um padre ou outros pacientes com câncer. O seu médico, enfermeiro ou o serviço social podem ajudá-lo a encontrar um profissional que é especialmente treinado para ajudar pacientes com doenças crônicas.
Você pode querer experimentar um grupo de apoio onde os pacientes com câncer se reúnem e compartilham os seus sentimentos sobre como eles estão lidando com a dor oncológica.

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Você sabe como os Cânceres se diferenciam?

Você sabe como os Cânceres se diferenciam?

Independentemente do local para onde a doença se espalhou, o tipo de câncer leva o nome do local onde se originou. Por exemplo, o câncer de mama que se disseminou para o fígado é denominado câncer de mama metastático, e não câncer de fígado. Da mesma forma, o câncer de próstata que se espalhou para os ossos é chamado de câncer de próstata metastático, e não tumor ósseo.
Diferentes tipos de câncer podem se comportar de formas distintas. Por exemplo, o câncer de pulmão e o câncer de pele são doenças muito diferentes, que se desenvolvem de formas diferentes e respondem a distintos tipos de tratamentos. Por essa razão os pacientes com câncer precisam receber o tratamento adequado para seu tipo específico de câncer.

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Como as Células Cancerígenas se espalham para os Ossos?

Como as Células Cancerígenas se espalham para os Ossos?

Antes das células cancerígenas se espalharem para outras partes do corpo, elas passam por várias mudanças:

 

• Precisam se soltarem do tumor primário e entrar no sistema linfático ou corrente sanguínea, que as transportará para uma outra parte do corpo.
• Em algum momento, elas precisam aderir à parede de um vaso sanguíneo ou linfático e alcançar um novo órgão.
• Precisam ser capazes de crescer e se multiplicar em sua nova localização.
Durante todo o tempo, precisam ser capazes de evitar os ataques do sistema imunológico do corpo. Após passar por todas essas etapas, as células que formam os novos tumores podem já não serem exatamente as mesmas que iniciaram o tumor primário, no entanto terão as características das células onde se originaram.
O local para onde o câncer se dissemina depende do seu tipo celular e do local do corpo onde se iniciou. Algumas células cancerígenas têm substâncias, em suas superfícies que as ajudam a sobreviver em diferentes órgãos. As células cancerígenas podem liberar substâncias químicas que afetam diretamente as células ósseas, tornando-as mais vulneráveis e facilitando seu alojamento no osso. As células ósseas também podem liberar agentes hormonais que ajudam algumas células a crescerem.

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Como monitorar meus efeitos colaterais?

Como monitorar meus efeitos colaterais?

É preciso avaliar os resultados do tratamento, qualificar e quantificar os efeitos colaterais, fazer ajustes, explicar as mudanças, etc. Tudo isso faz com que acabemos concentrando nossa atenção na eficácia do tratamento e relegando para um segundo plano os eventos adversos que não forem graves.
Aspectos da vida social, sexual, e eventos adversos “menos” importantes muitas vezes são totalmente esquecidos durante a consulta. Há pacientes que ficam sem funcionamento intestinal por 5 a 7 dias, ou apresentam fadiga que os impedem de exercer a maioria das suas atividades, mas muitas vezes não sobra tempo para descrever esses efeitos e obter uma solução para eles.
A melhor forma e a mais adequada de lidar com isso é fazer um diário. Anote a data e hora do início do sintoma, a sua intensidade, medicamentos tomados e resultados, qualquer medida a mais que tenha sido tomada e, se for o caso, qual foi o desfecho do ocorrido. Se tiver sido resolvido, anote o dia e hora que o sintoma desapareceu.
Na data da consulta você pode mostrar esse diário para o médico, ou fazer uma cópia das suas anotações para que ele anexe no seu prontuário. Claro que a data da quimioterapia é muito importante. Quanto aos medicamentos e doses utilizadas, seu médico já deve ter registro disso.

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Sinais e Sintomas mais Comuns do Câncer

Sinais e Sintomas mais Comuns do Câncer

Além dos sintomas mais comuns, também se deve prestar atenção para alguns outros sinais e sintomas que possam sugerir um câncer. É importante sempre consultar um médico para que seja feito o diagnóstico.
Mudança no Hábito Intestinal ou da Função da Bexiga. Constipação crônica, diarreia ou alteração na textura, forma e cor das fezes pode ser um sinal de câncer colorretal. Dor ao urinar, sangue na urina ou uma alteração na função da bexiga, por exemplo, necessidade de urinar com maior ou menor frequência do que o habitual, pode estar relacionada ao câncer de bexiga ou de próstata.
Ferida que não cicatriza. Os cânceres de pele podem sangrar e são similares a feridas que não cicatrizam. Isto deve ser tratado imediatamente, especialmente em pessoas que fumam, mastigam tabaco ou que ingerem álcool com frequência. Feridas no pênis ou na vagina podem ser sinais de infecção ou de um câncer em estágio inicial e devem ser examinadas por um médico.
Manchas Brancas na Boca ou Língua. Manchas brancas dentro da boca e na língua pode ser leucoplasia. A leucoplasia é uma área pré-cancerígena causada por irritação frequente, muitas vezes provocada pelo tabaco e álcool. Se não for tratada, pode se tornar um câncer de boca.
Hemorragia. Tosse com sangue no escarro pode ser um sinal de câncer de pulmão. Sangue nas fezes pode ser um sinal de câncer colorretal. O câncer de colo do útero ou de endométrio pode causar sangramento vaginal importante. Sangue na urina pode ser um sinal de câncer de bexiga ou câncer de rim. Uma secreção sanguinolenta do mamilo pode ser um sinal de câncer de mama.
Espessamento ou Nódulo na Mama ou em outras Partes do Corpo. Estes cânceres ocorrem principalmente na mama, testículos, gânglios linfáticos e tecidos de partes moles. Um nódulo ou espessamento pode ser um sinal precoce ou tardio do câncer e deve ser relatado ao médico, especialmente se você acabou de encontrar ou perceber que aumentou de tamanho. Alguns cânceres de mama aparecem como pele avermelhada ou grossa.
Indigestão ou Dificuldade para Engolir. Problemas de indigestão ou deglutição que persistem podem ser sinais de câncer do esôfago, estômago ou faringe.
Alterações numa Pinta ou qualquer Mudança na Pele. Qualquer verruga, mancha ou sarda que altere sua cor, tamanho ou forma, ou que muda suas bordas deve ser imediatamente examinada por um médico. Uma alteração na pele pode ser um melanoma que, quando diagnosticado no início, pode ser tratado com sucesso.
Tosse Persistente ou Rouquidão. Tosse persistente pode ser um sinal de câncer de pulmão. Rouquidão pode ser um sinal de câncer de laringe ou câncer de tireoide.

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Tratamentos da Leucemia em Crianças

Tratamentos da Leucemia em Crianças

Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com você as opções de tratamento para seu filho. O fator mais importante na escolha do tratamento é o tipo de leucemia, mas outros também desempenham papel importante.
O principal tratamento para a leucemia em crianças é a quimioterapia. Para algumas crianças com leucemias de alto risco, a quimioterapia em altas doses pode ser administrada junto com o transplante de medula óssea. Outros tipos de tratamentos, como terapia alvo, cirurgia e radioterapia são utilizados em circunstâncias especiais.
Em função das opções de tratamento definidas para cada criança, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como hematologista, oncologista pediátrico e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas e psicólogos.
Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados junto com seu atendimento médico regular.
E os tratamentos alternativos são usados em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia complementar ou alternativa.

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Dicas

Qualidade de Vida é um conceito amplo que inclui bem-esta físico, emocional, social e espiritual. Muitas vezes os tratamentos oncológicos como quimioterapia, radioterapia, cirurgia e hormonioterapia, entre outros, podem causar alguns efeitos colaterais que podem interferir na qualidade de vida do paciente.
É importante que o paciente procure fazer atividades que lhe tragam prazer e o mantenha ativo. Preste atenção se houver muita tristeza, isolamento, sonolência, esquecimento, choro fácil, pois esses sintomas podem sinalizar um quadro depressivo que é comum em pacientes oncológicos.
Mantenha-se em atividade. Em muitos casos não há restrição ao trabalho. Saia com amigos, conviva com sua família e participe de grupos de discussão. Isso tudo te ajudará durante o tratamento.
Dicas

Na Mídia

Em Sorocaba, um equipamento está mudando a vida de quem enfrenta o duro tratamento contra o câncer, principalmente a das mulheres. É uma touca que fica ligada a uma máquina. Ela resfria o couro cabeludo e impede que os cabelos caiam durante a quimioterapia. Acompanhe na reportagem.

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