Risco de Doença Cardíaca na Menopausa

Risco de Doença Cardíaca na Menopausa

O risco de doença cardíaca aumenta após a menopausa, independentemente da idade. O estrogênio protege as mulheres na pré-menopausa de doenças cardíacas. Se você se tece uma menopausa cirúrgica, você perde o efeito protetor do estrogênio natural e pode ser necessária intervenção médica para prevenir problemas de saúde mais tarde. Além da menopausa cirúrgica, os fatores de risco para doenças cardiovasculares incluem:
• Tabagismo;
• Sedentarismo;
• Diabetes;
• Cintura com mais de 105 cm;
• Pressão alta ou colesterol alto;
• Histórico familiar de doença cardíaca e fatores genéticos.
As mulheres que tiveram menopausa cirúrgica devem manter um peso corporal ideal, não fumar e conversar com seu médico sobre como reduzir o risco para doenças cardiovasculares.
O papel da terapia de reposição hormonal na gestão do risco para doença cardíaca após a menopausa cirúrgica é uma área ativa de pesquisas. Mulheres que tiveram menopausa cirúrgica antes dos 45 anos indica que a terapia de reposição com estrogênio pode proteger contra doenças cardíacas associadas à menopausa precoce.
A terapia de reposição hormonal em mulheres no início da menopausa, reduziram o risco de morte e internação hospitalar devido à insuficiência cardíaca ou infarto por um período de 16 anos.

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Tipos de Reposição Hormonal

Tipos de Reposição Hormonal

O corpo da mulher pode produzir vários tipos de estrogênio, bem como de progesterona, testosterona e outros hormônios. Várias opções de substituição hormonal estão disponíveis para as mulheres que tiveram a menopausa cirúrgica, contendo diferentes quantidades desses hormônios.
Os hormônios podem ser classificados pela composição dos próprios hormônios utilizados, forma de liberação no organismo e pelo tipo de preparação propriamente dito. Para algumas mulheres, a escolha do hormônio depende de seus sintomas, por exemplo, uma mulher com secura vaginal, pode usar um dispositivo que libere o estrogênio, denominado anel vaginal de estrogênio.
Esse anel libera estrogênio nas paredes vaginais minimizando a absorção pelo organismo. Para as mulheres que preservaram o útero, preparações que contenham progesterona são escolhidas para proteger contra o risco de câncer de colo do útero.

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O Trabalho do Fonoaudiólogo

O Trabalho do Fonoaudiólogo

O fonoaudiólogo desenvolve seu trabalho sobre tudo em pacientes com câncer de cabeça e pescoço que necessitam do profissional para reaprender a falar após o tratamento, portanto o fonoaudiólogo trata dos problemas da fala, trabalhando em conjunto com cirurgiões oncológicos e de cabeça e pescoço e oncologistas clínicos, mas, não está limitado a essa atuação já que o câncer de cabeça e pescoço pode provocar alterações não somente na fala, senão também, na voz, na mastigação e na deglutição, decorrentes da própria doença ou dos procedimentos e tratamentos que o paciente recebeu. O fonoaudiólogo, portanto, atua em três etapas distintas do tratamento:
No pré-operatório – O fonoaudiólogo fornece ao paciente e a seus familiares todas as informações sobre as dificuldades de fala, voz e alimentação que podem decorrer do tratamento e sobre o processo de reabilitação fonoaudiológica propriamente dito.
No pós-operatório – O fonoaudiólogo trabalhando em conjunto com o cirurgião oncológico e de cabeça e pescoço coleta informações sobre os procedimentos realizados durante a cirurgia. Está fase é de suma importância já que irá criar um elo entre o terapeuta e o paciente, fazendo que o fonoaudiólogo reforce as informações ministradas no pré-operatório, ressaltando que esse período é transitório e sobre o que será feito com as eventuais mudanças que ocorreram após a cirurgia, além de ressaltar que o interesse da equipe médica é pela qualidade de vida futura do paciente.
Na reabilitação fonoaudiológica – Que consiste na avaliação, exame e a fonoterapia, que de forma geral se inicia após a alta hospitalar. Durante a reabilitação o interesse do trabalho fonoaudiológico está centrado na deglutição e na comunicação do paciente, para isso, é realizada uma avaliação fonoaudiológica para identificar e diagnosticar as possíveis alterações decorrentes da doença e seu tratamento, definindo posteriormente a conduta terapêutica mais adequada para o caso.

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Preparando-se para a Quimioterapia

Preparando-se para a Quimioterapia

A quimioterapia pode ter um esquema diferente para cada paciente, tipo de câncer e estadiamento. Você pode ser tratado apenas com um tipo de medicamento ou com uma combinação de vários quimioterápicos. A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas. A quimioterapia pode ser realizada isoladamente ou em conjunto com a cirurgia ou radioterapia.
Administração da Quimioterapia
Dependendo do tipo de medicamentos a serem administrados e dose, o tratamento poderá ser realizado em um dos seguintes locais:
• Residência do paciente;
• Consultório médico;
• Hospital ou clínica;
• Ambulatório.
A forma de administração dos medicamentos depende do tipo de quimioterápico a ser utilizado, podendo ser:
• Comprimido ou cápsula;
• Creme ou gel, aplicado diretamente sobre a pele;
• Injeção ou infusão.

Algumas vezes, o medicamento será administrado através de um cateter, previamente inserido numa veia grande localizada no tórax. Esse cateter é mantido no local durante o tempo necessário para a realização do tratamento. O cateter implantado sob a pele se denomina Port-a-cath. Para o tratamento, uma enfermeira insere uma agulha diretamente no cateter para a administração do medicamento.
O quimioterápico também pode ser administrado diretamente no interior do tumor, via intravenosa ou por meio de um “disco” implantado no tumor para a liberação contínua do medicamento ao longo do tempo.

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Tratamentos Alternativos

Tratamentos Alternativos

Os tratamentos não médicos são agora amplamente utilizados para ajudar a gerenciar a dor oncológica. Muitas técnicas são utilizadas juntamente com a medicina analgésica, embora eles também podem ser utilizados isoladamente para controlar a dor leve ou desconforto. Alguns pacientes acham que podem tomar uma dose menor de analgésicos quando também fazem uso de tratamentos não médicos.
Você pode precisar da ajuda de profissionais de saúde, como assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros ou outros, para aprender a usar estas técnicas. Familiares e amigos também podem ajudar. Para encontrar um especialista nestas técnicas ou aprender mais sobre eles converse com o seu médico ou contate um hospital local, centro de tratamento oncológico ou clínica de dor.
Conheça a si mesmo e o que você pode fazer. Muitas vezes, quando as pessoas estão descansadas e alertas, elas podem usar um método que exige mais atenção e energia. Quando se está cansado, a pessoa pode precisar usar um método que requer menos esforço. Por exemplo, tente alguma distração quando você está alerta, e use compressas quentes ou frias quando você está cansado.
Tente métodos diferentes para saber quais são os que funcionam para você. Tenha a mente aberta, e mantenha um registro do que faz você se sentir melhor e o que não ajuda.

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Apoio Emocional e Aconselhamento

Apoio Emocional e Aconselhamento

Se você se sentir ansioso ou deprimido, sua dor pode piorar. A dor também pode fazer você ficar preocupado, deprimido ou desencorajado facilmente. Alguns pacientes se sentem sem esperança ou desamparados. Outros podem se sentir constrangidos, irritados, assustados, sozinhos ou frenéticos. Todos esses sentimentos são normais em pacientes oncológicos.

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Dor Oncológica

Dor Oncológica

A dor pode influenciar em todas suas atividades diárias. Se você sentir dor, é possível que tenha dificuldades para realizar suas atividades rotineiras. Você pode ter problemas para dormir e alimentar-se. Você pode se tornar agressivo com as pessoas que ama. E é fácil ficar frustrado, triste e até mesmo com raiva. A sua família e seus amigos nem sempre entenderão o que você está passando e você pode se sentir muito sozinho.
Você nunca deve aceitar a dor como algo normal numa doença como o câncer. Toda dor pode ser tratada, e a maioria pode ser controlada ou pelo menos amenizada. Quando a dor é controlada, os pacientes dormem e se alimentam melhor, desfrutam mais dos momentos com a família e amigos, e, não deixam de realizar suas atividades diárias.
Somente você sabe quão intensa é sua dor. Converse com seu médico assim que começar a sentir qualquer dor, porque a dor é mais fácil de ser tratada logo no início. A dor também pode ser provocada pelos efeitos colaterais do seu tratamento.

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Tratando a Dor Oncológica

Tratando a Dor Oncológica

O primeiro fator a ser identificado é o que está provocando a dor, já que isso afeta a forma como a dor vai ser tratada. Medicamentos, procedimentos, terapias contra o câncer ou mesmo cirurgias podem ser realizadas de maneiras específicas para controlar a dor.
Se a dor for intensa, o médico prescreverá o melhor tratamento e com menos efeitos colaterais. É importante que o paciente mantenha seu médico informado durante o tratamento, para que ele possa saber a resposta a ele, e, se necessário, fazer os devidos ajustes. O objetivo é traçar um programa de controle da dor que seja eficaz para o paciente.
A dor oncológica é geralmente tratada com analgésicos. Existem alguns medicamentos que podem ser adquiridos sem receita médica, por exemplo, o ácido acetilsalicílico, acetaminofeno ou ibuprofeno. Estes medicamentos são os denominados analgésicos sem prescrição. Os medicamentos vendidos sem receita são administrados para dor de intensidade leve, e, podem ser também administrados associados a outros medicamentos para a dor mais severa.
Para o restante de medicamentos, é necessária receita médica. Converse com seu médico antes de tomar quaisquer medicamentos contra dor, porque alguns podem interagir com os medicamentos para o tratamento da doença de base.
Para algumas condições, os medicamentos e tratamentos alternativos podem não ser tão eficazes. Mas, existem tratamentos especiais contra a dor que muitas vezes podem ser administrados:
– Radioterapia – Para diminuir o tamanho do tumor.
– Cirurgia – Remoção de parte ou todo o tumor.
– Bloqueio de nervos – Medicamentos são injetados em ou em torno de um nervo ou na coluna vertebral para bloquear a dor.
– Neurocirurgia – Desligamento dos nervos para aliviar a dor.

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Você tem esses sintomas?

Você tem esses sintomas?

Preste a atenção a esses sinais e sintomas de seu corpo, caso perceba qualquer alteração, procure seu médico. Fique atento a sinais, como:
– Machas/pintas na pele que não existiam antes
– Tosse constante ou alterações na voz
– Sangue nas fezes
– Alteração no movimento do corpo
– Perda de peso significativa e falta de apetite
– Dor abdominal intensa ou prisão de ventre
– Em homens: alterações ao urinar
– Em mulheres: nódulos, dor ou qualquer outra alteração nas mamas

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Mitos e verdades sobre o Câncer de Próstata

Mitos e verdades sobre o Câncer de Próstata

O câncer de próstata acabará com a minha vida sexual.

Em alguns tipos de tratamentos para o câncer de próstata, as fibras nervosas que rodeiam a próstata e controlam a capacidade de ereção podem ser afetadas. A extensão desse comprometimento depende de uma série de fatores, como localização e tamanho do tumor e do tipo de tratamento realizado. A capacidade de recuperar o controle da função erétil também depende da idade do paciente e se já apresentava problemas de ereção antes da cirurgia.

A atividade sexual aumenta o risco de desenvolver câncer de próstata.

Alguns estudos mostram que homens que relataram ejaculações mais frequentes tinham um risco menor de desenvolver câncer de próstata. Entretanto, a ejaculação por si só não tem sido associada ao câncer de próstata.

O câncer de próstata afeta apenas homens idosos.

Embora seja verdade que o câncer de próstata é mais comum com o aumento da idade, homens de todas as idades devem estar atentos aos fatores de risco pessoais e conversar com seus médicos para a realização de exames que permitam a detecção precoce da doença.

Aproximadamente 62% dos casos de câncer de próstata diagnosticados no mundo acometem homens com 65 anos ou mais.

Não existe histórico de câncer de próstata na minha família, logo minhas chances de ter a doença são mínimas.

Não. Apesar de um histórico familiar de câncer de próstata dobrar as chances de ter a doença, 1 em cada 6 homens serão diagnosticados com câncer de próstata em sua vida. Os homens negros são 60% mais propensos a terem câncer de próstata e possuem 2,4 vezes mais chances de morrer da doença. No entanto, o histórico familiar e genético desempenha um papel importante nas chances de um homem desenvolver um câncer de próstata. Um homem cujo pai teve câncer de próstata é duas vezes mais propenso a desenvolver a doença. O risco é ainda maior se o câncer foi diagnosticado em um membro da família em uma idade mais jovem (menos de 55 anos), ou se isso afetou três ou mais membros da família.

Não apresentar nenhum sintoma, significa não ter câncer de próstata.

Não. O câncer de próstata é um dos cânceres mais assintomáticos, ou seja, nem todos os homens manifestam a doença. Muitas vezes os sintomas podem ser confundidos ou atribuídos a outras patologias. Os sinais de câncer de próstata são frequentemente detectados pela primeira vez durante um check-up de rotina. Os sintomas mais comuns incluem necessidade frequente de urinar, dificuldade em iniciar ou interromper a micção, fluxo fraco ou interrompido de urina, dor ou ardor, dificuldade para ter uma ereção, ejaculação dolorosa, sangue na urina ou no sêmen, dor frequente e rigidez na parte inferior das costas, quadris ou coxas. Se tiver qualquer um destes sintomas, procure seu médico para diagnóstico e tratamento se for necessário.

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Alguns tumores e algumas cirurgias podem deixar algumas sequelas ou restrições de movimento de algum membro. A fisioterapia nesses casos pode ajudar bastante na recuperação. Converse com o seu médico se no seu caso há indicação de se realizar fisioterapia.
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