8 decisões que os homens podem tomar para previnir o câncer

8 decisões que os homens podem tomar para previnir o câncer

  • Não Fume

Segundo estimativas, o tabaco matará mais de um bilhão de pessoas apenas neste século. O fumo pode causar diversos tipos de câncer, entre eles o câncer de pulmão, bexiga, leucemia, entre outros. Se você fuma, é melhor parar! Se precisar de ajuda, existem vários remédios disponíveis para ajudá-lo e tornar essa tarefa menos difícil.

  • Faça Sexo Seguro

Além de deixá-lo vulnerável a diversos tipos de doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, o sexo desprotegido também deixa as pessoas vulneráveis ao HPV, vírus que pode dar origem ao câncer de pênis e ao câncer anal.

  • Cuide da Próstata

Mantenha os exames da próstata sempre em dia. Muitos homens relutam por medo ou preconceito, mas, além de simples, o toque retal, ajuda a diagnosticar o câncer na próstata precocemente.

  • Exercite-se

A atividade física regular pode ajudar a diminuir o risco do câncer. Mas se você não gosta de ir à academia, não se preocupe, pois existem outros tipos de exercícios físicos que você pode praticar e que não precisam de uma academia.

  • Mantenha uma Dieta Balanceada

Uma dieta pobre em gordura animal e rica em frutas frescas e vegetais é o ideal para diminuir o risco de ter um câncer. Estudos têm mostrado que dietas ricas em gordura animal têm aumentado o fator de risco para vários tipos de câncer. Frutas, legumes e hortaliças são excelentes antioxidantes contra o câncer.

  • Use Protetor Solar

Os homens, especialmente àqueles que trabalham expostos ao sol precisam usar protetor solar todos os dias. Mais de um milhão de casos de câncer de pele são diagnosticados a cada ano.Evite também o bronzeamento artificial, pois tanto o sol quanto o bronzeamento artificial aumentam o risco de câncer de pele.

  • Realize o Autoexame dos Testículos Mensalmente

Você sabia que o câncer de testículo pode atingir os homens desde a sua adolescência? O autoexame dos testículos pode ajudar a detectar esse tipo de câncer ainda em estágio inicial.

  • Conheça seu Histórico Familiar

Conhecer o histórico de câncer da sua família é muito importante para ajudar a avaliar suas chances de desenvolver, e já prevenir, certos tipos de câncer. Sabe-se que alguns tipos, como o de mama e o de cólon podem ser hereditários. Se você sabe os tipos de canceres que atingiram a sua família, avise o seu médico, para que ele possa traçar um planejamento para tentar prever os riscos de você desenvolver um câncer e, se possível, prevenir ou fazer o diagnóstico precoce.

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Reduza seu risco

Reduza seu risco

Você sabia que pode reduzir o seu risco de desenvolver um câncer?
Adotar hábitos de vida saudáveis pode fazer toda a diferença nas suas chances de apresentar ou não a doença, mas… O que são hábitos saudáveis?
Praticar exercícios físicos, comer de forma equilibrada e manter os exames de rotina sempre em dia são medidas simples, porém fundamentais para ficar longe de complicações com a saúde.
Conhecer os seus riscos para a doença também é um fator de extrema importância, pois isso definirá se o rastreamento da doença deverá ser iniciado antes da idade estipulada pelas sociedades médicas.
Faça a sua parte! Cuide-se!

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Conversando sobre prevenção do câncer com seus familiares

Conversando sobre prevenção do câncer com seus familiares

Conversar sobre o câncer com os seus familiares pode, na maioria das vezes, ser uma missão difícil, afinal como podemos abordar esse tipo de assunto com eles? É muito importante que você saiba que o câncer é uma doença causada por exposição a fatores de risco como cigarro, álcool, radiação, etc e por uma alteração nos genes, ou seja, modificações nas células que provocam uma sequência de eventos nas próprias células e no órgão ao qual pertencem o que acaba originando o aparecimento de um tumor maligno, mas isso não significa que o câncer seja hereditário. Apenas 5 e 10% de todos os casos de câncer derivam de alteração genética hereditária, ou seja, transmissível de pai (mãe) para filho(a).

Os casos de câncer precoce (em pacientes abaixo de 50 anos) merecem uma maior preocupação. Diante dessa situação, é muito importante que o paciente converse com o médico quanto ao risco de se tratar de um câncer hereditário. A decisão quanto à necessidade de se fazer testes genéticos devem ser tomada em conjunto com o oncologista ou por um profissional especializado em aconselhamento genético.

A prevenção nesses casos continua sendo os exames de rotina: mamografia, auto-exame, exame clínico, PSA, toque retal, endoscopia, entre outros. O médico poderá orientar a partir de que idade será necessária a realização desses exames.

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LEGISLATIVO: SUS poderá ter prazo para atendimento dos pacientes

LEGISLATIVO: SUS poderá ter prazo para atendimento dos pacientes

O que houve?

Foi aprovado nesta quarta-feira (09), na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), parecer favorável com substitutivo ao PL 3752de 2012, de autoria do Deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), que altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências, para estabelecer prazo de atendimento no Sistema Único de Saúde – SUS.

Segundo o relator, Deputado Sergio Vidigal (PDT-ES), “é concreta a dificuldade de estabelecer o prazo ideal para que alguém seja atendido no serviço de saúde. O ideal será sempre o imediato, ou o mais rápido possível. No caso presente, o essencial é identificar a cadeia de causas que resultam na insuficiência de atendimento às pessoas e trabalhar arduamente no sentido de apoiar as mudanças necessárias. A solução não reside apenas em editar uma lei para indicar um tempo máximo de espera, entretanto os sistemas de saúde precisam atuar com base em parâmetros quantificáveis e facilmente verificáveis pelo cidadão”.

E agora?

O projeto segue para análise da Comissão de Finanças e Tributação (CFT).

 

Matéria site Oncoguia – 14/08/2017.

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Adaptando-se as mudanças

Adaptando-se as mudanças

No período entre o diagnóstico do câncer e durante todo o tratamento, pode ser que você tenha uma série de adaptações para fazer e vivenciar.

É muito comum, durante o tratamento de um câncer, o paciente precisar parar de trabalhar por um período. Essa mudança pode influenciar em todos os aspectos da vida: financeiro, social, familiar, pessoal.

Isso requer uma grande adaptação de todos os envolvidos.

Vamos pensar juntos…

No nosso dia-a-dia exercemos várias funções:

  • De pai ou de mãe.
  • De marido ou de esposa.
  • De provedor ou de dona de casa, provedora.
  • De funcionário, funcionária ou de chefe.
  • De filho ou filha.
  • De amigo ou amiga.
  • E muitas outras.

Por conta disso, regras são estabelecidas:

  • Você faz isso.
  • Você paga isso.
  • Eu levo as crianças na escola.
  • Eu faço as compras e vou ao banco.

E, normalmente, diante de uma doença (uma situação crítica) todas essas funções e regras precisam ser revistas e rearranjadas e isso não é fácil!

Casais podem se desentender, filhos e pais brigam por causa de novas tarefas, amigos se afastam e outros se aproximam. O que pode ajudar?

  • Converse com sua esposa ou marido sobre as mudanças no casamento, vida sexual, dinheiro, filhos e outras decisões que precisam ser acertadas.
  • Converse com a sua família sobre as mudanças e novas funções.
  • Se alguém estiver sobrecarregado, peça ajuda a um amigo, pode parecer que não, mas você vai saber reconhecer qual o amigo disponível.
  • Peça ajuda e aceite ajuda, seja para buscar o filho na escola, pagar uma conta, fazer o supermercado, etc.
  • Caso você não consiga se adaptar as mudanças, procure a ajuda de um profissional psicólogo. Ele poderá te ajudar nesse momento.

 

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Voltando ao trabalho após o câncer

Voltando ao trabalho após o câncer

Se você faz parte do time das pessoas que acaba se afastando do trabalho durante o tratamento do câncer e, após o término opta por voltar a trabalhar, esse texto vai lhe ajudar muito.

Voltar ao trabalho após um período afastado não é uma tarefa simples, mas se você estiver relaxado, confiante e encarar esse retorno como um passo importante na sua recuperação, a volta à rotina será mais fácil e prazerosa.

Saiba que sentir um misto de emoções, como medo, alívio, esperança e talvez até certo constrangimento é normal e pode acontecer sim. Mesmo que você tenha certeza de que está pronto para retornar, você pode se preocupar com o que vai encontrar: indiferença ou apoio? Isso depende particularmente de como você lida com essa situação. Aqui estão algumas sugestões para facilitar a sua volta ao trabalho:

  • Seja Você Mesmo

Se você é uma pessoa comunicativa, você provavelmente vai querer compartilhar detalhes de sua doença e recuperação com os seus colegas de trabalho. Se você é mais discreto, apenas diga a todos que você está bem. A quantidade de informação que você quer compartilhar depende de como é o ambiente do seu trabalho e o quão a vontade você e os outros estão acostumados com o tema câncer. Pode ser mais fácil caso algum outro funcionário já tenha passado pela mesma situação que você.

  • Entrando no Ritmo

O mais importante é você sentir confiança e acreditar no seu potencial. Algumas dicas podem ser úteis:

  1. Tão importante quanto se sentir capaz de trabalhar é sentir-se psicologicamente bem. Se julgar necessário, procure ajuda de uma psicóloga.
  2. Avalie a sua disponibilidade para o trabalho e os efeitos colaterais dos medicamentos que você possa ainda estar tomando.
  3. Atualize-se. Participe de congressos e palestras.
  4. Concentre-se no trabalho, mesmo que exija tarefas tediosas. Lembre-se que você deixou de ser um paciente para voltar a ser um trabalhador novamente.

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Como lidar com a perda dos cabelos

Como lidar com a perda dos cabelos

Talvez nada incomode mais a algumas mulheres que passam pelo tratamento do câncer do que a perda do cabelo, um dos efeitos colaterais da quimioterapia. Embora essa queda seja transitória, esse período pode assustar muitas mulheres, enquanto que para outras isto é um fato que se torna pequeno diante do diagnóstico da doença. Não se pode julgar nem um lado nem o outro, nem as que sofrem muito com a perda do cabelo, nem aquelas que não hesitam em desfilar suas carecas, lenços e turbantes maravilhosos.

Os cabelos são simbólicos para a sociedade, uma expressão da feminilidade. Durante a luta contra o câncer de mama, as mulheres enfrentam também outros desafios, como a mutilação do seio e as cicatrizes e ainda ter que se reconhecer nesse novo corpo, aprender a valorizá-lo, e voltar a gostar dele novamente.

A perda do cabelo está envolvida com outros aspectos psicológicos internos da mulher, é o começo de outra compreensão do que é ser mulher, uma descoberta interna do que é importante na expressão feminina.

O importante é se fortalecer para vivenciar a experiência da melhor forma possível. A reação das pessoas para um mesmo problema é individual e a queda do cabelo tem um sentido diferente para cada uma delas. Portanto, não importa se a mulher vai optar por andar careca, de peruca ou com lenço na cabeça, mas sim a maneira como ela se sente melhor.

Aos poucos, vamos aprendendo que não são os cabelos que são importantes na expressão externa da feminilidade. Algumas mulheres durante a quimioterapia exalam força, feminilidade e beleza, mesmo com um lenço na cabeça.

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Lenços, turbantes e chapéus

Lenços, turbantes e chapéus

Nem sempre as opções da peruca ou da prótese capilar são as que mais agradam a quem perde o cabelo na quimioterapia. Existem aquelas que preferem tentar outras formas diferentes de se sentirem bonitas durante o tratamento, usando e abusando dos lenços, sobrepostos, turbantes e chapéus que, combinados em vários coloridos provocam um visual chique e moderno.

Outra dica interessante são os chapéus. Existem de várias cores, tamanhos, estilos e tecidos, que podem ser combinados com os lenços e são uma opção barata para quem quer estar sempre bonita.

A combinação do uso de lenços e chapéus pode ser feita de uma forma simples, além de proporcionar um visual elegante e charmoso. Ah, e nunca esquecer o batonzinho básico dentro da bolsa.

Use e abuse de sua criatividade. Combine cores, panos, faça montagens diferentes. O importante é que você se sinta bem e bonita.

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10 dicas para ajudar você a ter uma vida normal após o câncer

10 dicas para ajudar você a ter uma vida normal após o câncer

Após receber um diagnóstico de câncer, sua vida muda e sua agenda passa a incluir consultas médicas, cirurgias e tratamentos. Algumas pessoas tem uma vaga ideia de quanto tempo essa nova rotina vai durar. Assim que tudo for resolvido e você finalmente receber alta médica, chega a tão esperada hora de ter o controle de sua vida de volta. Mas, quando a sua vida deixa de ser guiada por consultas e médicos, o que você faz? É possível voltar de onde você parou, de onde você estava antes de descobrir o câncer? Felizmente, outras pessoas que já passaram por isso podem te dar algumas dicas para te ajudar nessa transição de volta a vida.

1. Se abra com seus entes queridos. O câncer não termina quando o tratamento termina, nem tampouco o suporte que você recebe. Muitas pessoas não percebem, mas você pode precisar de ajuda mesmo com o fim do tratamento. Seja honesto com os seus sentimentos e não tenha medo de pedir ajuda quando necessário.

2. Busque novas atividades. Talvez exista uma grande pressão para que você volte a ser quem era antes da doença. Mas, você não é mais aquela pessoa, então fazer as mesmas coisas que você fazia antes da doença pode ser estranho pra você. Se isso acontecer, aproveite a oportunidade e tente algo novo. Sempre quis fazer algo diferente? Agora é a hora. A realidade é que agora você é uma nova versão de si mesma, então aproveite e experimente coisas novas que nunca fez, mas que sempre teve vontade.

3. Espere e aceite os dias ruins. Aceite: você terá dias ruins. Você irá se perguntar porque teve câncer e até mesmo porque você sobreviveu, se outros não conseguiram. Você pode sucumbir ao medo e a ansiedade sobre uma possível recidiva da doença. Mas, lembre-se, ter uma dia ruim não significa que você não esteja feliz com o sucesso do seu tratamento e a nova vida que você começou a ter com o fim da doença. Isso apenas significa que você é humano. Sinta o que quiser sentir e não deixe ninguém dizer o que você deveria sentir. Faça planos para quando estiver num dia ruim, combine de sair com amigos, vá ao seu restaurante preferido… Ter um plano para os dias ruins pode te ajudar a superá-los mais facilmente.

4. Volte a trabalhar. Se você trabalhava antes de descobrir a doença, voltar a trabalhar pode ajudar a restaurar o senso de normalidade e o controle da sua vida, que geralmente é perdido durante o tratamento. Se você não se sentir confortável para voltar pro seu antigo emprego, converse com o seu chefe sobre outras possibilidades ou tente procurar algo novo.

5. Pratique seu “discurso de elevador”. Sabe aquelas perguntas que todo mundo faz e você não aguenta mais responder? O que você responde quando alguém pergunta sobre a sua doença? Anote a sua resposta e pratique. Vá diminuindo o tempo de resposta até chegar em poucos segundos, para que essa pergunta não se torne um fardo na sua vida.

6. Exercite-se. 
Praticar exercício físico é uma boa maneira de reduzir o stress e controlar a tensão, além de ser uma maneira de se reconectar com o seu novo corpo. Com a aprovação do seu médico, comece a sua rotina de exercícios gradualmente.

7. Faça uma lista dos seus medos. 
Passar para o papel os seus medos pode ser algo extremamente benéfico. Coloque nessa lista tudo que te assusta: efeitos colaterais, medo da recidiva, ressentimentos, medo de ser tratado diferente quando retomar à sua vida após a doença, como a sua vida sexual vai ser daqui pra frente, as mudanças no seu corpo… Escrever os seus pensamentos pode te ajudar a controlar e planejar como resolver essas questões da melhor maneira.

8. Controle a sua saúde. Você não tem o poder de fazer seu cabelo crescer exatamente da mesma forma que era antes da cirurgia, mas você pode refletir sobre as coisas que você pode controlar. Se envolva com a sua saúde, faça mudanças no seu estilo de vida. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém e sabe exatamente o que pode fazer para se sentir melhor.

9. Aprenda a abrir mão. Algumas pessoas talvez não sejam capazes de te acompanhar nessa transição para a sua nova vida. Mantenha um mantra em mente: Se você não pôde me amar no meu pior, você não poderá me ter no meu melhor. Nem todo mundo vai estar lá do outro lado quando você sair dessa fase e retomar a sua vida, mas tudo bem. Aprenda uma coisa: aprecie aqueles que ficaram por perto e esqueça aqueles que se afastaram. Eles provavelmente iriam te abandonar mais pra frente de qualquer jeito.

10. Divida suas experiências. 
A grande dádiva de dar a volta por cima é poder ajudar outras pessoas que estão passando pelo mesmo que você já passou. Pense sobre o dia que você recebeu o diagnóstico e pense em você hoje. Você com certeza aprendeu muito nesse meio tempo, mesmo que não tenha percebido. Seus conhecimentos e tudo o que você passou pode ajudar outras pessoas. Divida suas experiências com quem precisa, dê apoio e ajude a minimizar o sofrimento de quem está passando pelo que você já passou.

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Gerenciando o estresse

Gerenciando o estresse

Estresse? Você não está sozinho!

O estresse e ansiedade andam lado a lado com um diagnóstico de câncer. E as vezes nem o fim do tratamento, leva a ansiedade e o estresse embora. Mesmo curado, você ainda pode se preocupar com a real eficácia do tratamento, o medo da recidiva ou até mesmo com as mudanças que os tratamentos e o câncer em si podem ter trazido para a sua vida e seu corpo.

Com o fim do tratamento, você deseja voltar “ao normal” e pode até ter dúvidas sobre se isso é realmente possível. Você quer que as coisas voltem a ser como antes, mas talvez seja necessário deixar para trás seu “velho normal” e começar a pensar no “novo normal”.

O diagnóstico do câncer também pode te fazer rever alguns valores e prioridades na sua vida. Você pode querer passar mais tempo com a família e os amigos, pode decidir ser voluntário em alguma ONG. Você também pode decidir largar um casamento problemático, voltar a estudar ou trocar de emprego. O importante é começar a fazer coisas que te façam mais feliz.

As formas que as pessoas encontram para lidar com as emoções são muitas vezes chamadas de mecanismos de sobrevivência. Cada pessoa possui sua forma de lidar com o stress da doença, preocupações, medos e outras emoções negativas.

Normalmente, as pessoas costumam abordar os problemas de duas maneiras: trabalhando ativamente sobre eles, ou evitando. A mais saudável, no entanto, é enfrentar e resolver o problema.

Maneiras para gerenciar e lidar com o estresse do Câncer

Evitar o problema pode ser tentador, porém fingir que ele não existe, não vai resolver nada. Por isso, enfrentar o problema de frente geralmente é a melhor solução. Veja a diferença:

Como lidar com um problema

  • Tomar medidas para se livrar do problema.
  • Pensar em como lidar com o problema.
  • Procurar aconselhamento e informação para lidar com o problema.
  • Procurar apoio.
  • Aceitar que o problema existe e que você não pode controlar.
  • Procurar novas perspectivas.
  • Tornar-se consciente de seus sentimentos e saber expressá-los.

Evitando um problema

  • Negar a existência do problema.
  • Evitar contato social.
  • Evitar pensar no problema.
  • Pensar que tudo vai se resolver sozinho.
  • Usar drogas ou álcool para esquecer o problema.
  • Culpar-se pelo problema.
  • Manter-se ocupado e ignorar o problema.

Quando uma pessoa não fala sobre os seus sentimentos, ela pode acabar agindo de forma hostil com seu parceiro ou amigos e acabar se arrependendo mais tarde desses comportamentos impulsivos. No entanto, é importante não confundir o comportamento de restrição com ignorar seus sentimentos. Consciência de seus próprios sentimentos é importante para uma melhor saúde mental.

Por exemplo: Se você tem receio que seu parceiro veja sua reconstrução da mama ou a sua bolsa de colostomia, você pode evitar entrar em uma situação sexual, mas seria muito melhor se você pudesse encontrar uma maneira de conversar com o seu parceiro e explicar os seus medos e vergonhas. Diga ao seu parceiro o que te preocupa e faça o sexo ser confortável para ambos.

Para encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com os sentimentos estressantes normais que acompanham o tratamento, você deve:

  • Procurar saber mais sobre esses sentimentos e medos mais comuns que surgem após o tratamento.
  • Reconhecer quando você precisa de ajuda com os problemas emocionais.
  • Saber onde obter apoio e como continuar.

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Dicas

O exercício físico traz uma sensação de bem estar, além de ajudar o paciente a se sentir bem e manter o peso durante o tratamento. Esclareça com o seu médico se há alguma restrição no seu caso e que tipo de exercício é recomendado para você.
Procure fazer atividades em que você terá convivência com outras pessoas, isso o(a) ajudará a passar pela fase de tratamento com mais facilidade.
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