Os exames essenciais para o diagnóstico precoce: Mamografia e ultrassonografia mamária

Os exames essenciais para o diagnóstico precoce: Mamografia e ultrassonografia mamária

A mamografia é o exame oficial para diagnóstico do câncer de mama. A recomendação de órgãos como o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e a Sociedade Americana do Câncer é de que a mamografia seja feita anualmente a partir do 40 anos. Essa diretriz é válida para mulheres assintomáticas e que não apresentam histórico familiar da doença ou alterações em exames anteriores. Essa faixa etária foi escolhida porque as mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas da doença, uma vez que a exposição ao hormônio estrógeno (principal causador dos tumores) está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente. (mais…)

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O que é mamografia?

O que é mamografia?

A mamografia é um exame radiológico realizado em aparelho específico para avaliação do tecido mamário, chamado mamógrafo.
Com o avanço da tecnologia surgiu a MAMOGRAFIA DIGITAL (computadorizada). A mamografia digital se assemelha a convencional por usar raios X na produção das imagens, porém o sistema é equipado com receptor digital e um computador ao invés de um filme cassete. Com a mamografia digital, a imagem mamográfica é capturada por um detector eletrônico especial de raios X o qual converte a imagem numa foto digital que pode ser revisada no monitor do computador. O radiologista pode alterar a magnificação, orientação, brilho e contraste através do computador para verificar melhor as áreas da mama.
Com esse avanço tecnológico, os exames tornaram-se mais rápidos, a paciente recebe menor dose de raios X com maior qualidade diagnóstica e menor número de repetições durante o exame.

 

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Qualidade de Vida é um conceito amplo que inclui bem-esta físico, emocional, social e espiritual. Muitas vezes os tratamentos oncológicos como quimioterapia, radioterapia, cirurgia e hormonioterapia, entre outros, podem causar alguns efeitos colaterais que podem interferir na qualidade de vida do paciente.
É importante que o paciente procure fazer atividades que lhe tragam prazer e o mantenha ativo. Preste atenção se houver muita tristeza, isolamento, sonolência, esquecimento, choro fácil, pois esses sintomas podem sinalizar um quadro depressivo que é comum em pacientes oncológicos.
Mantenha-se em atividade. Em muitos casos não há restrição ao trabalho. Saia com amigos, conviva com sua família e participe de grupos de discussão. Isso tudo te ajudará durante o tratamento.
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