Sobre o Câncer de Próstata

Sobre o Câncer de Próstata

Vários tipos de células são encontradas na próstata, mas quase todos os cânceres se desenvolvem a partir das células da glândula. As células da próstata produzem o líquido prostático que é adicionado ao sêmen. O câncer que começa nas células da glândula é o adenocarcinoma.

Outros tipos de cânceres também pode começar na glândula prostática, incluindo sarcomas, carcinomas de pequenas células e carcinoma de células transicionais, mas são muito raros.

Alguns tipos de câncer de próstata podem crescer e se espalhar rapidamente, mas a maioria se desenvolve lentamente. De fato, estudos de autópsia mostram que muitos homens mais velhos, e até mesmo alguns homens mais jovens, que morreram de outras doenças também tiveram câncer de próstata sem que nenhum sinal ou sintoma fosse apresentado. Em muitos casos, nem eles nem seus médicos sabiam da existência da doença.

Fonte: Oncoguia

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Vivendo com o Câncer de Próstata

Vivendo com o Câncer de Próstata

Para alguns pacientes com câncer de próstata, o tratamento pode remover ou destruir o câncer, mas chegar ao fim do tratamento pode ser estressante. Ao mesmo tempo em que o paciente se sente aliviado com o término do tratamento, fica a preocupação de uma recidiva ou metástase ou ainda com alguns efeitos colaterais como incontinência urinária e impotência . Este é um sentimento muito comum para a maioria das pessoas que tiveram câncer de próstata.

Pode demorar algum tempo até diminuir as incertezas e medos. Mas ajuda saber que muitos pacientes com câncer de próstata, hoje já aprenderam a lidar com esta incerteza e estão vivendo uma vida plena.

Em outros pacientes, o câncer pode não desaparecer completamente. Esses pacientes continuarão realizando tratamentos regulares com quimioterapia, radioterapia ou outras terapias para tentar manter a doença sob controle.

Cuidados no Acompanhamento

Quando o tratamento termina, os médicos irão acompanhá-lo de perto por alguns anos. Por isso é muito importante comparecer a todas as consultas de acompanhamento. Nestas consultas o médico sempre o examinará, conversará com você sobre qualquer sintoma que tenha apresentado, poderá pedir alguns exames de laboratório ou de imagens para acompanhamento e reestadiamento da doença.

Fonte: Oncoguia

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Causas do Câncer de Próstata

Causas do Câncer de Próstata

A causa exata da maioria dos cânceres de próstata não é conhecida, mas os pesquisadores descobriram alguns fatores de risco e estão tentando entender como esses fatores tornam as células prostáticas em cancerosas.

Nos últimos anos, os pesquisadores começaram a entender como algumas mutações no DNA das células podem fazer com que as células normais da próstata se desenvolvam de maneira anormal formando o câncer. O DNA contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todas as células. Normalmente, as pessoas se parecem com seus pais, porque eles são a fonte de seu DNA. Entretanto, o DNA também pode influenciar o risco de desenvolver certas doenças, como alguns tipos de câncer.

Alguns genes contêm instruções para controlar o crescimento e divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células a morte no momento certo são chamadas de genes supressores de tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações do DNA que se transformam em oncogenes ou desativam os genes supressores de tumor. Estas alterações genéticas podem ser herdadas de um dos pais, como é o caso das leucemias infantis, ou podem ser adquiridas durante a vida de uma pessoa, se as células do corpo cometerem “erros”, se dividindo para formar duas novas células.

As alterações no DNA podem ser hereditárias ou adquiridas ao longo da vida.

Fonte: Oncoguia

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Novembro Azul: Mês de Conscientização sobre o Câncer de Próstata

Novembro Azul: Mês de Conscientização sobre o Câncer de Próstata

Estamos em novembro, mês em que o mundo se une em prol da luta contra o câncer de próstata. Mas, qual a importância de discutir o assunto?

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens (perde apenas para o câncer de pele não melanoma). As estimativas do INCA, para 2014/2015, são de cerca de 68.800 novos casos de câncer de próstata no país.

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de cerca de 66 anos. Desta forma, recomenda-se que a prevenção passe a ser feita a partir dos 45 anos se existe risco elevado para o surgimento do câncer, ou seja, casos de câncer de próstata na família. Se não existem, o homem deve visitar o urologista anualmente a partir dos 50 anos e realizar o exame de toque e de PSA, principais meios para detectar a doença precocemente, quando as chances de cura são maiores e os tratamentos, menos invasivos. Converse sempre com seu urologista sobre o tema, tirando dúvidas e quebrando preconceitos. Lembre-se que a detecção precoce pode salvar a sua vida!

O exame físico (de toque) é realizado pelo médico e dura apenas 10 segundos! Tem como objetivo analisar a consistência da próstata, o tamanho e se existem lesões palpáveis através do reto na glândula. Esse exame ainda gera muita polêmica e, talvez por isso, a conscientização sobre a gravidade da doença seja tão necessária. É preciso acabar com o preconceito que ainda existe em muitos homens.

O exame de toque, junto com o PSA, deve ser feito anualmente, como rotina. É fundamental que todo homem entenda que a saúde deve ser colocada em primeiro lugar, acima de qualquer construção cultural que possa levar ao preconceito.

Fonte: Oncoguia

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Sinais e Sintomas das Metástases Ósseas

Sinais e Sintomas das Metástases Ósseas

Às vezes, as metástases ósseas são encontradas em pessoas sem sintomas durante os exames de reestadiamento após o tratamento.

Muitos dos sintomas citados a seguir também podem ser causados por outros problemas além da disseminação da doença para os ossos. Ainda assim, é importante comunicar a seu médico quaisquer novos sintomas. Diagnosticar e tratar as metástases ósseas precocemente pode prevenir complicações posteriores.

  • Dor

A dor óssea é muitas vezes o primeiro sintoma da metástase óssea. Ela tende a piorar à noite e pode ser aliviada pelo movimento. Pode se tornar constante e pode prejudicar as atividades do paciente.

É importante comunicar a seu médico imediatamente sobre qualquer nova dor óssea. O osso pode estar frágil e com risco de fratura. Isso muitas vezes pode ser evitado se a metástase óssea é diagnosticada cedo. O seu médico solicitará exames de imagem, como raios X, para avaliar as alterações na região. Outras doenças, como infecções ósseas, artrite ou apenas o excesso de atividade também podem danificar o osso.

  • Fraturas

Os ossos enfraquecidos pela doença metastática podem fraturar. A fratura pode acontecer com uma queda ou lesão, mas um osso fraco também pode quebrar durante as atividades cotidianas. Essas fraturas muitas vezes causam dor súbita e intensa. Em alguns casos, a fratura é o primeiro sinal de metástase óssea.

Os locais mais comuns de fraturas são os ossos longos dos braços e pernas e os ossos da coluna vertebral. Dor repentina na coluna é um sintoma comum de fratura óssea na coluna vertebral.

  • Compressão da Medula Espinhal

O crescimento do câncer nos ossos da coluna vertebral pode pressionar a medula espinhal. Isso é denominado compressão da medula espinhal. A medula espinhal tem nervos que permitem que você se mova e sinta o que acontece com seu corpo. Alguns desses nervos também controlam outras funções, como o esvaziamento do intestino e da bexiga.

Um dos primeiros sintomas é o aparecimento de dor intensa nas costas ou no pescoço. A compressão da medula espinhal pode danificar seus nervos, levando a sintomas como dormência e fraqueza na área do corpo abaixo do tumor. Se não for tratada, o pacientes pode ficar paralisado. Na maioria das vezes, isso afeta as pernas, mas se o tumor também estiver pressionando a medula próximo ao pescoço, ambos os braços e as pernas podem ser afetados. Às vezes, o primeiro sintoma da compressão medular é dificuldade para urinar, e também pode se sentir constipado.

Compressão da medula óssea é uma emergência que deve ser tratada de imediato para evitar danos permanentes à medula espinhal.

  • Nível elevado de Cálcio no Sangue

Quando o câncer se espalha para os ossos, o cálcio pode ser liberado para a corrente sanguínea. Isto leva à hipercalcemia, que pode causar problemas, como prisão de ventre, náusea, perda de apetite e sede. Níveis elevados de cálcio aumentam a necessidade de urinar, levando à desidratação. Também pode deixar o paciente mais cansado, fraco, sonolento ou até mesmo confuso. Se a hipercalcemia não for tratada, o paciente pode entrar em coma.

Fonte: Oncoguia

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Suplementos Nutricionais

Suplementos Nutricionais

Pacientes com câncer necessitam de um cuidado especial com a alimentação. Alguns tipos de tumores, como os localizados nas regiões da cabeça e pescoço (boca, língua, laringe, etc.) e do trato digestivo (esôfago, estômago, pâncreas), assim como os efeitos colaterais dos tratamentos, podem afetar a ingestão de alimentos comprometendo o apetite, e provocando dor ao engolir, dificuldade na mastigação, alteração do paladar, náuseas e vômitos. Para evitar a perda de peso e os riscos de desnutrição, a utilização de um suplemento nutricional oral oferece a possibilidade de aumentar ou assegurar a ingestão de nutrientes em casos no qual a alimentação encontra-se inadequada. (mais…)

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Quimioterapia: Preparando-se para o Tratamento

Quimioterapia: Preparando-se para o Tratamento

A quimioterapia pode ter um esquema diferente para cada paciente, tipo de câncer e estadiamento. Você pode ser tratado apenas com um tipo de medicamento ou com uma combinação de vários quimioterápicos. A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas. A quimioterapia pode ser realizada isoladamente ou em conjunto com a cirurgia ou radioterapia.

Seu médico irá decidir e discutir com você as melhores opções de tratamento para o seu caso. Essa decisão será baseada em:

  • Tipo de câncer.
  • Estadiamento da doença.
  • Estado de saúde geral do paciente.
  • Tratamentos prévios realizados.
  • Objetivo do tratamento.
  • Preferências individuais do paciente.

Anote sempre as suas dúvidas, e leve-as a cada consulta com seu médico. Para ajudá-lo a se lembrar de detalhes, leve um acompanhante que possa ajudar.

Informe ao seu médico a relação de todos os medicamentos e suplementos que você utiliza, pois alguns podem alterar os efeitos da quimioterapia. Seu médico poderá orientar sobre quais desses medicamentos devem ser suspensos durante o tratamento quimioterápico. E não deixe de comunicar ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que você tenha antes de iniciar a quimioterapia.

Fonte: Oncoguia

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Câncer de Intestino

Câncer de Intestino

Qualquer adulto, em qualquer idade pode vir a desenvolver o câncer colorretal ou de intestino. Entretanto, a probabilidade é maior a partir dos 50 anos de idade, por isso, é a partir desta idade que todos, homens e mulheres, devem realizar a colonoscopia, principal exame que para detectar precocemente o tumor ou pólipos que podem dar origem a um tumor. Além da colonoscopia, outro exame recomendado é o exame de sangue oculto nas fezes. (mais…)

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O que é Oncologia de Precisão?

O que é Oncologia de Precisão?

A medicina personalizada pode ser utilizada para entender a composição genética de uma pessoa e compreender a biologia do tumor. Com base nessas informações, os médicos esperam identificar estratégias de prevenção, rastreamento e tratamento que possam ser mais eficazes e com menos efeitos colaterais do que seria esperado num tratamentos convencional. Por meio da realização de testes e análises genéticos, os médicos podem personalizar o tratamento de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

Criar um esquema de rastreamento e de tratamento personalizado inclui:

  • Determinar as chances de uma pessoa desenvolver câncer e selecionar estratégias de rastreamento para reduzir o risco.
  • Correlacionar os pacientes cujos tratamentos são mais propensos a serem eficazes, causando menos efeitos colaterais.
  • Prever o risco de recidiva.

Fonte: Oncoguia

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Tratamento do Câncer de Mama durante a Gravidez

Tratamento do Câncer de Mama durante a Gravidez

A radioterapia durante a gravidez aumenta o risco de defeitos ao nascimento, por isso não é recomendada para mulheres grávidas com câncer de mama. Se a radioterapia for indicada após a cirurgia conservadora da mama, deve ser adiada até o nascimento do bebê. Mas, procedimentos como biópsia mamária e até mesmo a mastectomia e retirada dos linfonodos podem ser realizados com segurança durante a gravidez.

No passado se acreditava que a quimioterapia era nociva para o feto. Mas vários estudos mostraram que o uso de determinados medicamentos quimioterápicos durante o segundo e terceiro trimestre de gravidez não aumenta o risco de defeitos de nascimento. Devido à preocupação com o dano potencial ao feto, a segurança da quimioterapia durante o primeiro trimestre de gestação não foi estudada.

Tanto a terapia hormonal e a terapia alvo podem afetar o feto e não devem ser iniciadas até que a paciente dê à luz.

Muitos medicamentos quimioterápicos e de terapia hormonal podem entrar no leite materno e serem ingeridos  pelo bebê, desse modo não é recomendada a amamentação durante a quimioterapia, hormonal ou terapia alvo.

Fonte: Oncoguia

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Dicas

Qualidade de Vida é um conceito amplo que inclui bem-esta físico, emocional, social e espiritual. Muitas vezes os tratamentos oncológicos como quimioterapia, radioterapia, cirurgia e hormonioterapia, entre outros, podem causar alguns efeitos colaterais que podem interferir na qualidade de vida do paciente.
É importante que o paciente procure fazer atividades que lhe tragam prazer e o mantenha ativo. Preste atenção se houver muita tristeza, isolamento, sonolência, esquecimento, choro fácil, pois esses sintomas podem sinalizar um quadro depressivo que é comum em pacientes oncológicos.
Mantenha-se em atividade. Em muitos casos não há restrição ao trabalho. Saia com amigos, conviva com sua família e participe de grupos de discussão. Isso tudo te ajudará durante o tratamento.
Dicas

Na Mídia

O que o câncer ensinou à Sabrina Parlatore? A apresentadora enriqueceu nossa programação do #outubrorosa com sua história de superação. Sabrina passou por todas as etapas do tratamento, inclusive a crioterapia, que a deixou mais tranquila e com a autoestima elevada. Lembre-se: continue se prevenindo contra o câncer de mama.

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